Alquimia - A Magna Arte

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Alquimia - A Magna Arte

Mensagem por Mago D'Zilla em Qua Jul 03, 2013 2:12 pm

Baixas de Guerra


Nos primórdios da Guerra da Magia, apenas os Arquimagos e suas Guildas engajavam-se em combates propriamente ditos. Após a derrocada de Stygh, o segredo da Fusão Arcana foi traído e disseminado por um grupo de operadores do Arcano que pensava estar trazendo equilíbrio ao mundo. Tudo o que trouxeram foi mais terror.

Outras magias, tão terríveis quanto ou até mesmo piores do que esta, puderam ser criadas a partir da Fusão de mais e mais arcanos inimigos, que digladiando tanto entre si quanto contra as únicas forças que podiam fazer-lhes frente - as ordens sagradas dos deuses sobreviventes - criavam horrores e causavam destruição além de qualquer nível já atingido antes.

Nem todos os operadores de magia arcana, entretanto, participavam daquela orgia desenfreada de cobiça por poder. Houve um mago que, reunindo um grupo de múltiplos talentos e habilidades, fez o que pode para combater o que chamou de "uso indigno da magia". Seu nome era Zakhar Ourobohr. Por um par de anos ou pouco mais este grupo obteve alguns parcos sucessos em minorar as injustiças perpetradas pelos menos poderosos dentre os belicosos arcanos... mas um dia eles foram capturados.

Seu captor era conhecido como Anghustyo, um arqui-necromante dono de um instinto sádico irrefreável. O arquimago das trevas torturou-o quase até a morte e por fim, lançou nele a magia conhecida como Agonia do Arcano. Enquanto mantinha seu alvo vivo, a profana maldição exterminava lenta e dolorosamente toda sua capacidade em operar qualquer magia. Para sempre.

Enquanto agonizava ao sentir a magia dentro de si queimando e morrendo, o aprisionado Zakhar teve ainda que assistir a cada membro de seu grupo ser cruelmente assassinado, e ter mancheias do sangue de cada um deles esfregadas em seu rosto. Por fim, foi libertado e abandonado à míngua, "para morrer, se seus preciosos deuses tiverem pena dele".

Décadas mais tarde Anghustyo preparava-se finalmente para executar o profano ritual que o transformaria em um lich. De acordo com seus planos, isso iria torná-lo mais apto a assimilar o poder de seus rivais imediatos e, com o tempo, desafiar até mesmo o próprio Donaire, usurpando-lhe o poder e a posição.

O procedimento, que Anghustyo tirara de um tomo extraplanar oriundo das profundezas de Inferyus (um dos mais profundos níveis do Esquecimento) envolvia sacrifícios humanos, animais e de artefatos mágicos poderosos, e também um momento de risco: a vida do operador devia escoar-se junto com as dos sacrifícios vivos antes que todo o necromana gerado pudesse recolher e preservar sua mente no morto-vivo eterno em que se tornaria. Prendendo-se a uma estrutura profana construida detalhe por detalhe de acordo com as instruções do livro inferyal,  o necromante usou uma adaga esculpida em mármore de Inferyus e fez os primeiros cortes que deveriam fazer verter seu próprio sangue em uma cuba em forma de pentagrama do mesmo material. A magia negra começava seu trabalho.

Neste exato momento, uma despercebida infiltração culminou com a invasão da câmara do ritual por um aventureiro trajando uma leve porém estranha armadura com a aparência de cristal fosco. As ações do aventureiro foram velozes e precisas, traçando no chão com um tipo de cajado de cristal rápidos diagramas em pontos chaves da disposição arcana de sacrifícios. Subitamente Anghustyio sentiu o fluxo arcano engendrado pelo ritual ser interrompido, e viu toda a magia empregada falhar espetacularmente. O rebote conjunto de rajadas místicas que deveriam ceifar as vidas de todos os seus prisioneiros focou-se exclusivamente em sua posição, e a um passo de morrer, Anghustyo viu o estranho aventureiro remover o elmo de cristal e pode reconhecer seu algoz: o mago que havia torturado e deixado para morrer há tantos anos... nem mesmo um dia mais velho!


Origem
Zakhar Ourobohr não era apenas um mago. Era um intelectual, um pesquisador diligente e incansável na perseguição de seus objetivos. Privado do principal instrumento que aprendera a usar - a magia - tão logo recobrou-se do ataque de seu agora inimigo, correu o mundo em busca de outro que lhe servisse.
Sua primeira jornada levou-o a viver entre os anões, onde estudou sua natural resistência à magia e sua técnica de forjar armas e equipamentos também imbuídos de tal característica, sendo o primeiro humano a aprender o segredo do Ferro Frio, uma liga do metal presente nas minas ancestrais que os anões exploravam desde os primórdios de sua civilização. Ourobohr teorizou que o Ferro Frio já se havia impregnado nos corpos dos anões, ao notar que seus mais eficientes mestres forjadores acrescentavam pequenas porções de seu próprio sangue ao carvão de suas forjas e à água que usavam para dar têmpera aos instrumentos e armas que fabricavam.
Ourobohr jamais revelou os métodos dos anões a ninguém, mas aquele segredo acendeu nele a ideia que o levaria a pesquisar e desenvolver, através dos conhecimentos sobre arcanismo que ainda detinha (mesmo na ausência do poder para utilizá-los), sobre metalurgia, filtros e poções, novos meios de combater os arcanistas indignos.

Alquimia
Ao longo dos anos seguintes, em paralelo com as primeiras movimentações da Guerra da Magia, Zakhar Ourobohr peregrinou por Meliny, ora aprendendo, ora ensinando, sempre experimentando, até que décadas depois estabeleceu a base do que viria a ser conhecido como Alquimia, a Magna Arte da Transubstanciação. Nunca se estabelecendo em lugar nenhum, sempre procurando novas terras, pesquisando novos povos, novas culturas, audaciosamente levando a Magna Arte a níveis em que nenhuma outra técnica jamais esteve.

A Comunidade Alquimista, formada pelos discípulos que primeiro seguiram seus ensinamentos, e depois pelos discípulos destes, em sua maioria emprega tais ensinamentos em prol dos que combatem os desmandos dos arcanos. De tempos em tempos próprio Zakhar Ourobohr ressurge, misteriosamente inafetado pela passagem dos séculos, para auxiliar os Adeptos quando alguma situação mais grave assim exige.


Técnica
A Magna Arte apoia-se em vários pilares, ou instrumentos de trabalho:

Codex - A complexa cifra através da qual os Adeptos expressam os conhecimentos pertinentes à Magna Arte. O Formulário de um Alquimista é o equivalente ao Grimório de um arcano, onde ele codifica suas fórmulas e disponibiliza os conhecimentos adquiridos à consulta de outros Alquimistas também capazes de ler na sofisticada linguagem hermética.

Elixires - A técnica de imbuir características naturalmente amágicas de algumas substâncias em outras não tão naturalmente dotadas de tal capacidade é primordial para os Adeptos da Magna Arte. Primeira conquista de Zakhar Ourobohr, o Elixir Anti-Magia é o mais produzido (e o mais falsificado) dos produtos alquímicos conhecidos. Uma dose (por padrão, PP$ 10,00) anula um nível de magia cancelável, ou alivia um nível de maldição ou magia permanente por até uma hora. Muitos outros elixires existem, em forma líquida, pastosa ou em pastilha, mas os segredos de seu engendramento só passam da boca de um alquimista para o ouvido de outro alquimista.

Diagramas - A aptidão para facultar o traçado de diagramas capazes de dissipar energias mágicas é uma técnica bastante difundida entre os Adeptos. Diagramas simples (traçáveis em um turno) podem defletir ou bloquear energias arcanas o suficiente para interferir com o funcionamento de uma magia qualquer. Para desfazer uma magia específica, o Adepto deve estudar seus efeitos perceptíveis e confrontar o conhecimento adquirido com os dados constantes em seu Formulário. Um Diagrama específico para a magia correspondente terá melhores chances de sucesso do que um Diagrama genérico de dispersão mágica. Em qualquer caso, um Diagrama tomará do Adepto quinze minutos por nível de magia que pretenda dissipar.

Cristalicismo - Alquimistas mais voltados ao combate direto aos operadores arcanos enveredam por este caminho da Alquimia. Os que desprezam o Cristal Bélico produzido pelos Adeptos entendem erroneamente que ele seja apenas vidro colorido, com algum "truque" para "parecer mais resistente". Nada mais longe da verdade: a avançada técnica da Magna Arte é capaz de conformar qualquer metal em uma versão cristalina do próprio material, ainda que a matéria prima preferida para tal processo seja uma liga inventada por eles, chamada de "Alquiaço". Uma vez forjado na finalidade pretendida (placas para armaduras, espadas, adagas,... praticamente qualquer coisa que possa ser feita com metal) o processo final é aplicado, rendendo ao material resistência mecânica um nível superior e também resistência aprimorada contra magia.

Alquimistas fornecem ao Castelo de Ferro muitos dos equipamentos que eles usam na busca e combate aos magos foras-da-lei. Criaram também os Estigmas, grilhões de cristal bélico com vários diagramas alquimísticos incrustados que são usados nas cerimônias de submissão de magos ao Tratado.


Última edição por Mago D'Zilla em Sex Jul 05, 2013 7:30 am, editado 1 vez(es)
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Re: Alquimia - A Magna Arte

Mensagem por Mateus Nogueira em Qua Jul 03, 2013 8:47 pm

D'z, bem melhor essa versão dos alquimistas. De verdade.

Só acho que nesse texto, por enquanto, não deveria vir menções a regras (pelo menos por enquanto, antes de decidir definitivamente um sistema).
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Re: Alquimia - A Magna Arte

Mensagem por Leishmaniose em Qua Jul 03, 2013 9:45 pm

Olá,

Eu curti pacas. Os alquimistas então seriam aliados do que no futuro será o castelo? Ou o castelo os verá também como "magistas"? Outro detalhe, tem que ver quanto tempo se passa entre a queda de Stygh e a época atual, já que tu cita séculos...

Bonanças.

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Re: Alquimia - A Magna Arte

Mensagem por Mago D'Zilla em Qui Jul 04, 2013 9:52 am

Mateus: "Regras"? Algumas das expressões podem até ter sido usadas em algum livro de regras ("nível", "aprimorado") mas eu as usei em contexto puramente descritivo. Perdoem o mal-entendido.

Leish: Em a formação do primeiro grupo de Ourobohr ter ocorrido poucos anos (3 - 5) após a morte de Stygh, o Primeiro Adepto estará em atividade desde então até a "época atual", qualquer que seja o período escolhido. Imaginei algo no âmbito de 300 anos, a princípio.

Obrigado pelos comentários.
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Re: Alquimia - A Magna Arte

Mensagem por HernestoMV em Qui Jul 04, 2013 10:18 am

Gostei bagarai, esses alquimistas seriam fundamentais nos alicerces do castelo de ferro.
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Re: Alquimia - A Magna Arte

Mensagem por Leishmaniose em Qui Jul 04, 2013 11:41 am

Olá,

Pois é. O Marlon também tinha levado esse cálculo de tempo, eu acho muito porque já existiam vestígios de civilização e conhecimentos quando Styrgh caiu, então eu acho que a reconstrução foi mais rápida - seja através de revoluções, seja através de ditadores tomando o lugar.

Bonanças.

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Re: Alquimia - A Magna Arte

Mensagem por Mago D'Zilla em Qui Jul 04, 2013 1:45 pm

300 anos é até pouco se levarmos em consideração a necessidade de culturas diversificadas (e em alguns casos, até linguagens e maneirismos diferentes) se desenvolverem. A Dracocracia Stygh terá sido um verdadeiro "trator" cultural, aculturando todos os territórios conquistados sob sua tirania. Em alguns lugares, após a derrocada do dragão-deus, tocar a vida para frente será mais importante; em outros, restaurar o pouco da cultura original que tiver restado se tornará ponto de honra.
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Re: Alquimia - A Magna Arte

Mensagem por Mateus Nogueira em Qui Jul 04, 2013 2:12 pm

É o que eu disse lá no tópico da aventura...
300 anos é exagero. É possível manter entre a morte do imperador e o cenário atual uns 100 anos, 150 no máximo. As cidades já existentes no Império não somem simplesmente do mapa, e linguagens e maneirismos diferentes podem ter se mantido em diversas localidades do império (como ocorreu ao império romano, se não estou enganado).
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Re: Alquimia - A Magna Arte

Mensagem por Mago D'Zilla em Qui Jul 04, 2013 2:55 pm

Bem, "um longo tempo, mais do que um século", enquanto não se define essa extensão... e nesse período de tempo, Ourobohr terá buscado e treinado os primeiros alquimistas.
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Re: Alquimia - A Magna Arte

Mensagem por Cavaleiro Morto em Qui Jul 04, 2013 3:09 pm

Gostei do texto Mago, tirando seu vocabulário único e sei que não adiante eu pedir por uma simplificação Smile

Algumas perguntas:

A parte de efeitos alquímicos fica restrita a elixires?

Os diagramas seriam um tipo de ritual que pode simular outros efeitos ou é apenas algo contra magias arcanas?

A parte de cristalicismo seriam os itens mágicos da alquimia?

Sobre os termos, o ferro frio teria alguma ligação com o metal elemental das trevas que os caçadores usam? O Ferro-Negro, que tem características anti-mágicas ou até seria a mesma coisa?

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Re: Alquimia - A Magna Arte

Mensagem por Mago D'Zilla em Qui Jul 04, 2013 3:21 pm

Dead:
1) Elixires são produtos alquímicos preparados de antemão para efeito imediato. O alquimista terá à mão alguns deles, os mais genéricos possíveis (Elixir Anti-Magia equivale a Cancelamento de Magia, por exemplo), para usar de "bate-pronto", quando surge a necessidade... e SE ele tiver previsto a necessidade certa...Twisted Evil 

2) Diagrama é algo que o alquimista pode fazer quando ele tem tempo disponível para contrariar alguma magia mais complexa. Igualmente poderia tentar um elixir, mas elixires são caros, né! Mas quanto a magias... não, alquimistas agora só DESfazem. Se eles fizessem magias, teriam que portar Estigmas.

3) Os instrumentos dos alquimistas são criados pelos próprios alquimistas. A maioria deles, feitos do Cristal Bélico, que passa a ter outras mais utilidades. Como traçar Diagramas em superfícies sólidas.

4)Ferro-Frio, ou Ferro-Negro, como o chamarmos. Sim, será um dos elementos com características anti-mágicas que os Caçadores usarão, da forma como concebo a Alquimia por agora.
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Re: Alquimia - A Magna Arte

Mensagem por Cavaleiro Morto em Qui Jul 04, 2013 3:36 pm

De cabeça os metais elementais seriam:

Magnalito => Fogo

Corale => Água

Ferro Negro => Trevas

Não me lembro dos metais de Luz, Ar e Terra, mas acho que nós usaríamos Mithril e Adamante como sendo algum deles. Tinha também a liga formada pela junção deles que apareceu na Saga de Deanor.

Boa hora para fechar o nome deles e se for o caso Mago, até associar eles a alquimia.

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Re: Alquimia - A Magna Arte

Mensagem por Mago D'Zilla em Qui Jul 04, 2013 9:44 pm

Cavaleiro Morto escreveu:Gostei do texto Mago, tirando seu vocabulário único e sei que não adiante eu pedir por uma simplificação Smile

Bom saber que a diligência em intercambiar no texto palavras e expressões mais eruditas por equivalentes imbuídos de acessibilidade facilitada não foram debalde. Very Happy
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Re: Alquimia - A Magna Arte

Mensagem por Armageddon em Dom Jul 07, 2013 11:27 pm

Tá ficando muito legal...

Dúvida, o nome do personagem já era Zakar? Porque esse é o nome do Paladino que 'perdeu' o Olho de Greenn na Saga de Deanor. study 

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Re: Alquimia - A Magna Arte

Mensagem por Mago D'Zilla em Ter Jul 09, 2013 9:19 pm

Sim, Zakhar foi o nome do Primeiro Adepto desde a primeira versão. Homenagem ao famoso, bondoso e fictício psicólogo da Nasa, o eminente Dr. Zachary Smith.
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